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FAKE NEWS NAS ELEIÇÕES:Como podemos combatê-las?

NICOLE GOBETTI/ COM INFORMAÇÕES POLITIZE.COM

Com a finalidade de dar um golpe nas informações verdadeiras, surgiram as Fake News nas eleições que estão presentes, pelo menos, desde o pleito de 2014 e foram decisivas em processos mais recentes, como o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Segundo a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (DAPP/FGV), perfis falsos chegaram a gerar mais de 10% do debate político durante as eleições de 2014. Vale ressaltar que as fake news se tornaram uma das ferramentas de influência política mais utilizadas nas guerras informativas ao redor do mundo.

Com o objetivo de controlar essas “guerras”, a Alemanha se tornou um dos primeiros países com legislação para combater discursos de ódio e fake news. De acordo com as informações, as redes sociais possuem 24h após o recebimento de uma queixa para excluir estes conteúdos. No Brasil, o Marco Civil da Internet determina que as redes sociais (e outros provedores de serviços) não são responsáveis pelos os conteúdos publicados nestas plataformas. Segundo ele, cabe à rede social remover ou não conteúdos (caso não estejam nos termos de uso, por exemplo).

Um dos processos que visam combater as Fake News no Brasil foi instituído pelo Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições, comandado do presidente do TSE, Gilmar Mendes; este conselho estuda soluções para a disseminação de informações falsas. Neste contexto, o papel do cidadão em fiscalizar as Fakes News também é fundamental, pois ao ler alguma informação é necessário pesquisar a fonte para verificar se realmente é verdadeira  antes de propaga-la.

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