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Vereador de Poxoréu é alvo de operação policial por homicídio de jovem em casa noturna

Vereador de Poxoréu é alvo de operação policial por homicídio de jovem em casa noturna

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta segunda-feira (3), uma operação de busca e apreensão contra o vereador Túlio César (Republicanos), do município de Poxoréu, localizado a 572 km de Cuiabá. A ação faz parte das investigações sobre o assassinato de Lavignia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em uma casa noturna da cidade.

Detalhes do crime sob investigação

O homicídio de Lavignia Gabrielly Guimarães Coutinho aconteceu na madrugada do dia 10 de maio deste ano. De acordo com relatos de testemunhas, a jovem havia acabado de chegar ao estabelecimento comercial quando foi surpreendida por um homem. O autor do crime aproximou-se por trás, sacou uma arma de fogo e disparou contra a cabeça da vítima.

Após o primeiro disparo, o executor ainda efetuou um segundo tiro contra a jovem, que já estava caída, antes de fugir do local. Até o momento, a autoria do crime não foi esclarecida e ninguém foi preso. As autoridades trabalham com a linha de investigação inicial de feminicídio, mantendo o caso sob sigilo para preservar o andamento das diligências.

Posicionamento do parlamentar

Em nota oficial enviada à imprensa, o vereador Túlio César negou qualquer envolvimento com o crime. O parlamentar afirmou ter recebido a notícia da operação com surpresa e declarou que respeita o trabalho da Polícia Civil, colocando-se à disposição para colaborar com as autoridades competentes.

O político reforçou seu compromisso com a legalidade e com o exercício da função pública, cargo que ocupa há mais de oito anos. A defesa do vereador informou que está adotando as medidas judiciais cabíveis e solicitou o respeito ao princípio da presunção de inocência e ao devido processo legal, garantidos pela Constituição Federal.

Sigilo nas investigações

A Polícia Civil confirmou a execução do mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar, mas não forneceu detalhes sobre os itens recolhidos durante a diligência. Segundo a corporação, o sigilo é fundamental para garantir que as provas coletadas não sejam comprometidas e para assegurar a eficácia da apuração do caso.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RepórterMT

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