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Marinha dos EUA reposiciona navios anfíbios após queda de Maduro

Após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em 3 de janeiro de 2026, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos iniciou a redução de sua presença militar no Caribe e deslocou parte da frota para novas posições estratégicas. Entre as primeiras mudanças, dois grandes navios de transporte anfíbio da Marinha norte-americana foram movidos para águas ao norte de Cuba, no Oceano Atlântico.

De acordo com autoridades militares citadas pelo MatoGrossoAoVivo, o USS Iwo Jima e o USS San Antonio deixaram a zona de operações perto da Venezuela e navegaram até uma área próxima à costa cubana. A realocação ocorreu poucas horas depois do anúncio oficial sobre o sucesso da operação que resultou na detenção de Maduro.

Os dois navios pertencem à categoria de amphibious transport dock, projetados para transportar fuzileiros navais, veículos blindados, equipamentos pesados e helicópteros de desembarque. Essas embarcações são consideradas peças-chave em missões de projeção de força, oferecendo capacidade de resposta rápida em cenários de instabilidade regional.

Embora o objetivo imediato da operação militar tenha sido a captura do líder venezuelano, fontes do Pentágono afirmam que o novo posicionamento faz parte de um “ajuste estratégico” na área do Caribe. A proximidade com Cuba garante às forças norte-americanas um ponto de apoio para eventuais ações de evacuação, ajuda humanitária ou segurança marítima, sem manter o mesmo volume de meios navais concentrados nas proximidades da Venezuela.

Analistas ouvidos pela imprensa norte-americana destacam que o reposicionamento também sinaliza a intenção dos EUA de reduzir gradualmente o contingente mobilizado para a operação inicial, ao mesmo tempo em que preserva a capacidade de atuar rapidamente em possíveis desdobramentos políticos ou humanitários na região.

Até o momento, o Departamento de Defesa dos EUA não confirmou planos adicionais de retirada de outros navios ou tropas, limitando-se a informar que “avalizações contínuas” estão em andamento para definir o tamanho ideal da presença militar no Caribe pós-operação.

As autoridades venezuelanas interinas ainda não comentaram publicamente a movimentação naval. Em Havana, o governo cubano também não se pronunciou sobre a aproximação dos navios, mantendo silêncio oficial desde o início da crise que levou à queda do aliado Nicolás Maduro.

Com o USS Iwo Jima e o USS San Antonio ancorados ao norte de Cuba, a Marinha dos EUA mantém uma plataforma capaz de lançar operações anfíbias, oferecer suporte logístico e assegurar rotas marítimas estratégicas no Atlântico ocidental, enquanto ajusta sua postura após o fim da missão que levou à captura do mandatário venezuelano.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de MatoGrossoAoVivo

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