Confronto político sobre o futuro do Parque Novo Mato Grosso
O cenário político em Mato Grosso ganhou um novo capítulo de tensão após o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União) manifestar forte desaprovação às declarações do senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PL). O parlamentar reagiu à promessa feita pelo senador de paralisar as obras do Parque Novo Mato Grosso caso vença as próximas eleições estaduais.
Críticas à trajetória e gestão pública
Aliado do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), Dilmar Dal Bosco não poupou críticas ao histórico de Wellington Fagundes. Segundo o deputado, a postura do senador reflete uma carência de experiência prática na execução de políticas públicas e grandes projetos de infraestrutura, uma vez que sua carreira política foi construída majoritariamente no Poder Legislativo.
“Ele está fazendo a parte dele, que é criticar, porque não consegue construir”, disparou Dal Bosco. O deputado argumentou que a interrupção de um projeto de tamanha magnitude representaria um retrocesso para o desenvolvimento econômico e o setor de turismo na região da Baixada Cuiabana.
Impacto econômico e visão de desenvolvimento
A defesa do projeto por parte de Dilmar Dal Bosco baseia-se no potencial que o complexo possui para atrair eventos de grande porte. Para o parlamentar, o Parque Novo Mato Grosso é uma ferramenta estratégica para movimentar a rede hoteleira, o setor gastronômico e gerar renda direta para diversos municípios do entorno.
A controvérsia surgiu após Wellington Fagundes sugerir que os recursos atualmente destinados ao parque deveriam ser redirecionados para prioridades como habitação, saneamento básico e infraestrutura rodoviária. Em contrapartida, Dal Bosco defende que o estado precisa manter o foco em obras estruturantes que promovam o fortalecimento do turismo e a divulgação das potencialidades mato-grossenses em âmbito nacional e internacional.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RepórterMT
