O processo eleitoral encerrou, mas, as ações que tramitam na Justiça Eleitoral não encerraram, e podem render grandes dores de cabeça.
Assim como em Nova Mutum e Sorriso, onde os candidatos a prefeito acabaram respondendo por ilícitos eleitorais, Alta Floresta também é alvo de extensas investigações que serão reveladas em nos próximos dias e prometem implodir os resultados das eleições municipais.
Uma pequena fortuna em multas e até inelegibilidade rondam a vida política do atual prefeito Chico Gamba, e caso esteja mirando em cargos públicos de 2026 à 2028, correndo o risco real de amargar o ostracismo político nos próximos 8 anos.
Durante a campanha eleitoral, cujo jurídico foi capitaneado pelos advogados da campanha e outras figuras do cenário eleitoral, até mesmo após a campanha pretende protocolar e obter resultados em várias ações que indicam uma série de irregularidades que podem render consequências até para deputado estadual Faissal Calil, que até integrou e financiou indiretamente o staff de campanha do prefeito Chico Gamba.
Ações de fraude na produção de redes sociais comparadas, uso da máquina pública e propaganda institucional vedada ao processo eleitoral tramitam na Justiça Eleitoral desde a primeira quinzena do mês de Setembro, e os resultados não devem demorar para aparecer, mesmo com recursos já em tramitação.
Mesmo elevados ao status de segredo de justiça, tais processos avançam silenciosamente e já estão em fases de conclusão, a passos largos. Sendo que o próprio promotor eleitoral, Paulo José do Amaral Jarosiski, em matéria publicada no Jornal Mato Grosso do Norte, afirmou que investigações deverão ser concluídas bem antes da diplomação dos eleitos.
NOVOS ELEMENTOS COMPLICAM AS ACUSAÇÕES JÁ EXISTENTES
Na próxima semana, novas descobertas serão publicadas após confirmação das provas comprometedoras adquiridas por nossa reportagem, e prometem sacudir o cenário eleitoral no município.
Com os processos em andamento, por mais que o candidato reeleito tenha sido vencedor, as práticas adotadas precisam ser coibidas para evitar a repetição em outras disputas, toda atuação jurídica se manteve dentro da legislação, evitando ataques, tratando o processo eleitoral com o respeito que os eleitores merecem. A classe política de Alta Floresta precisa entender que eleição não é terra de ninguém, as regras existem e precisam ser respeitadas, a cabe a Justiça Eleitoral reparar os abusos cometidos, em nome dos eleitores de boa fé do município.
