O vídeo rapidamente ganhou milhões de visualizações, alimentando debates e uma onda de compartilhamentos nas plataformas digitais.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a protagonizar uma repercussão nas redes sociais ao publicar um novo vídeo em que critica as regras de monitoramento das transações feitas via Pix, sistema de pagamentos instantâneos, afirmando que o governo federal teria retomado mecanismos de fiscalização recentemente.
Na gravação, publicada nas redes sociais, Nikolas relembra uma postagem anterior sobre o mesmo tema que viralizou no início de 2025 e que, segundo ele, obrigou o Executivo a recuar de uma norma que ampliava a fiscalização de transferências via Pix acima de valores determinados. O parlamentar afirma que uma nova instrução normativa, publicada em agosto de 2025, teria reintroduzido o mesmo tipo de monitoramento “disfarçado”, com outra nomenclatura e discurso.
Em sua mensagem, Nikolas ressalta que “não é imposto, é monitoramento”, alertando que a intervenção sobre o Pix pode atingir diretamente trabalhadores informais, autônomos e pequenos empreendedores que utilizam o sistema como meio de recebimento e pagamento.
A Instrução Normativa RFB nº 2.278, referida pelo deputado, exige que fintechs e instituições de pagamento informem ao governo movimentações financeiras acima de determinados valores, alinhando o tratamento do Pix às regras já aplicadas aos bancos tradicionais. O governo federal tem defendido que tal medida visa reforçar o combate à lavagem de dinheiro, fraudes e crimes financeiros, e nega que haja qualquer intenção de taxar o Pix ou prejudicar usuários comuns.
A publicação de Nikolas reacende a já intensa discussão pública sobre a segurança, privacidade e fiscalização de transações digitais no Brasil, tema que tem mobilizado setores políticos e usuários do sistema de pagamentos.
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