Jovem morta em rope jump é velada neste domingo na Grande São Paulo
Jovem morta em rope jump é velada neste domingo na Grande São Paulo
A Justiça de São Paulo qualificou como “negligência grosseira” a atuação de três funcionários da empresa Entre Cordas, que estão detidos sob a acusação de homicídio em decorrência da morte de Maria Eduarda de Rodrigues de Freiras, uma jovem de 21 anos. O trágico incidente ocorreu no último sábado, 13 de junho de 2026, durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada em Limeira, interior do estado.
Durante a audiência de custódia, o juiz responsável pelo caso enfatizou que os funcionários assumiram um risco significativo ao permitir que a jovem realizasse o salto sem a verificação adequada dos equipamentos de segurança necessários. A jovem foi lançada de uma altura aproximada de 40 metros, e os funcionários só perceberam a ausência dos dispositivos de segurança após a queda fatal.
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A morte de Maria Eduarda foi causada por politraumatismo, resultado do impacto da queda. O juiz destacou que a falta de cuidados por parte dos funcionários da empresa representa uma grave falha na responsabilidade que eles tinham em garantir a segurança dos participantes da atividade.
Além dos aspectos relacionados à segurança, a polícia também identificou que a jovem não estava mais na posse da câmera utilizada durante a atividade, o que, segundo o magistrado, pode sugerir uma tentativa de ocultação de evidências . Essa circunstância, aliada ao fato de que os suspeitos tentaram deixar o local após o acidente, levanta preocupações sobre a possibilidade de obstrução das investigações.
O juiz também observou que a prática habitual da atividade pelos funcionários poderia resultar em novos incidentes semelhantes, caso eles fossem liberados. Essa consideração foi fundamental para a decisão de converter a prisão dos acusados em preventiva, a medida visa proteger a sociedade e garantir a integridade das investigações.
O caso gerou repercussão na mídia e nas redes sociais, com muitos expressando sua indignação e a negligência sobre a falta de segurança em atividades de aventura.
Maria Eduarda era uma jovem cheia de vida e sonhos, e sua morte prematura deixou amigos e familiares devastados. O velório da jovem ocorreu no domingo, 14 de junho de 2026, na Grande São Paulo, onde amigos e familiares prestaram suas últimas homenagens.
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Créditos da imagem: Reprodução
