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Policial aposentado que agrediu idoso em elevador já foi denunciado por vandalismo em Cuiabá

Policial aposentado que agrediu idoso em elevador já foi denunciado por vandalismo em Cuiabá

Histórico de conflitos em condomínio

O policial civil aposentado Luciano Testa, que ganhou repercussão nacional após ser flagrado agredindo um vizinho de 62 anos dentro de um elevador em Cuiabá, possui um histórico de comportamentos violentos contra moradores do mesmo residencial. O caso mais recente ocorreu na última quinta-feira (11), no Condomínio Ilha dos Açores, localizado no bairro Cidade Alta.

Além da agressão física registrada recentemente, uma denúncia anterior aponta que Luciano Testa teria utilizado uma faca para rasgar os quatro pneus do veículo de outro morador. O episódio teria ocorrido em junho do ano passado, após um desentendimento motivado por uma suposta interação entre a vítima e a esposa do policial. Desde aquele incidente, relatos indicam que vizinhos passaram a evitar o uso do elevador na presença da mulher do agressor.

Agressão gravada em elevador

As imagens das câmeras de segurança do edifício, divulgadas pelo portal RepórterMT, mostram o momento em que o policial aposentado desfere socos e chutes contra o idoso. A vítima, que estava acompanhada por uma mulher no momento da abordagem, chega a cair no chão durante a investida. A acompanhante tentou intervir para cessar as agressões, mas foi empurrada repetidamente pelo suspeito.

Contradições sobre a motivação

Em sua defesa, publicada através de um vídeo nas redes sociais, Luciano Testa alegou ter sido vítima de assédio sexual em agosto do ano passado. Segundo o policial, o vizinho teria se esfregado nele pelas costas no momento em que a porta do elevador se fechava. Ele justificou a violência recente como um desdobramento desse conflito anterior.

Entretanto, as imagens do circuito interno de monitoramento contradizem a versão apresentada pelo aposentado. O registro mostra que o próprio policial bloqueou a porta do elevador para impedir a entrada do vizinho. Na análise das gravações, não é possível identificar qualquer contato físico prévio ou comportamento de assédio por parte do idoso antes do início das agressões.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RepórterMT

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