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Escolha correta de fitas e tubos gotejadores eleva rendimento e reduz custos no campo

A adoção da irrigação por gotejamento avança nas lavouras brasileiras como estratégia para enfrentar a irregularidade das chuvas. Apesar do interesse crescente, especialistas alertam que o aumento da produtividade só vem quando o produtor seleciona a fita ou o tubo gotejador adequado às características da propriedade.

De acordo com Matt Clift, diretor global de produtos e marketing da israelense Rivulis, não existe um sistema único capaz de atender a todas as realidades. “A performance depende de combinar o modelo certo com o tipo de cultura, relevo e solo; quando essa escolha é acertada, a operação se torna mais eficiente e com menos manutenção”, afirma.

Critérios que determinam a seleção

Entre os principais fatores para definir o equipamento estão:

Nos cafezais, vinhedos e pomares, modelos autocompensados como Rivulis D5000 PC, Amnon AS e TopDrip AS costumam ser recomendados. Já em áreas planas com cultivos de curta duração, alternativas como Rivulis D1000 e Turbo Excel podem reduzir custos sem comprometer a eficiência.

Tecnologias que ampliam a eficiência

Alguns equipamentos incluem recursos adicionais voltados à sustentabilidade e à vida útil do sistema:

Clift ressalta que detalhes como vazão dos emissores, espaçamento entre gotejadores e necessidades hídricas específicas devem ser analisados em conjunto para um manejo eficiente. “Cada variável interfere diretamente no resultado final e na sustentabilidade do cultivo”, explica.

Apoio ao produtor

Para auxiliar na tomada de decisão, a Rivulis disponibiliza Guias de Gotejamento e um Centro de Conhecimento com informações técnicas, ambos acessíveis gratuitamente no site da empresa (rivulis.com/knowledge-hub).

Com o dimensionamento correto do sistema e a adoção de tecnologias apropriadas, especialistas apontam que o gotejamento pode aumentar a produtividade, melhorar o uso da água e reduzir despesas operacionais em diferentes culturas brasileiras.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Portal do Agronegócio

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