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Pesquisas vão apontar 2º candidato ao Senado em MS

As siglas de centro-direita em Mato Grosso do Sul decidiram que o segundo nome da chapa ao Senado será escolhido exclusivamente pelo desempenho em pesquisas internas. O grupo reúne o governador Eduardo Riedel (PP), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), já confirmado como primeiro candidato para uma das duas vagas em disputa em 2026.

A definição está prevista para ocorrer até fevereiro de 2026, antes da abertura da janela partidária. Os levantamentos serão qualitativos e quantitativos, contratados em conjunto por Partido Progressistas (PP) e Partido Liberal (PL), com objetivo de medir potencial eleitoral e rejeição de cada pré-candidato.

Entre os cotados figuram o deputado federal Luiz Ovando (PP-MS), a vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira (PL-MS), o presidente da Assembleia Legislativa Gerson Claro (PP-MS) e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB-MS). Internamente, Ovando aparece como favorito no Progressistas em razão da fidelidade partidária e do protagonismo nas últimas eleições municipais em Campo Grande.

O desenho atual prevê coligação entre PL e PP, consolidando uma frente única da centro-direita no estado. Caso Contar, que recebeu mais de 600 mil votos para o governo em 2022, seja o escolhido, ele pode migrar para uma das duas legendas para compor a chapa.

Riedel, Tereza Cristina e Azambuja defendem o critério das pesquisas para evitar disputas internas e apresentar um ticket competitivo nas urnas. O cálculo leva em conta a provável candidatura da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), que deve contar com o apoio direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da estrutura federal.

Nos bastidores, líderes partidários avaliam que a unidade conservadora é fundamental para conquistar as duas cadeiras do estado no Senado. O grupo aposta na capilaridade de mais de 700 prefeitos e vereadores aliados nos 79 municípios sul-mato-grossenses e mantém compromisso público com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de lançar nomes alinhados à direita.

Até a divulgação dos primeiros levantamentos, as siglas seguirão monitorando o cenário político e ajustando estratégias, mas reforçam que a palavra final ficará com os números das pesquisas.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Conexão Política

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