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Trabalhador morre após cair de torre de telefonia em Lucas do Rio Verde

Trabalhador morre após cair de torre de telefonia em Lucas do Rio Verde

Um grave acidente de trabalho chocou a comunidade de Lucas do Rio Verde, a 333 quilômetros da capital Cuiabá, nesta terça-feira (16), quando Adriano Cunha Barroso, de 29 anos, perdeu a vida após uma queda de aproximadamente 19 metros de uma torre de telefonia. O incidente ocorreu às margens da movimentada BR-163, deixando a equipe de socorro e as autoridades consternadas com a fatalidade.

trabalhador: cenário e impactos

Segundo relatos iniciais e informações fornecidas pela Polícia Civil, Adriano estava em serviço, executando uma tarefa de manutenção considerada rotineira e padronizada para estruturas desse tipo: o apertamento de parafusos na torre. Este procedimento é essencial para garantir a estabilidade e segurança das antenas de comunicação. Contudo, em um momento ainda não totalmente esclarecido, o trabalhador despencou da estrutura metálica, sofrendo um impacto violento com o solo.

A concessionária Nova Rota do Oeste, que administra o trecho da rodovia onde a torre está instalada, foi a primeira a ser acionada. Uma equipe de resgate da empresa chegou rapidamente ao local e iniciou os primeiros atendimentos. Apesar da agilidade no socorro e de todas as tentativas de reanimação realizadas pelos profissionais, Adriano Cunha Barroso não conseguiu resistir à gravidade dos ferimentos múltiplos e teve o óbito constatado ainda no cenário do acidente, evidenciando a brutalidade da queda.

Diante da tragédia, a área foi isolada para que as investigações pudessem ser conduzidas de forma minuciosa. Agentes da Polícia Civil e peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionados e compareceram ao local. Eles realizaram todos os procedimentos de praxe, que incluem a coleta de evidências, medições e análise da estrutura da torre e dos equipamentos de segurança que estavam sendo utilizados pelo trabalhador. O objetivo é determinar as causas exatas do acidente, se houve falha humana, falha de equipamento ou qualquer outra circunstância que tenha contribuído para a queda fatal.

A morte de Adriano Cunha Barroso levanta questões importantes sobre a segurança no trabalho em altura, especialmente em estruturas de grande porte como torres de telefonia, que exigem rigorosos protocolos de segurança e o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A comunidade local e os colegas de trabalho lamentam a perda, enquanto as autoridades prosseguem com o inquérito para garantir que todas as responsabilidades sejam apuradas e, se for o caso, medidas preventivas sejam reforçadas para evitar que tragédias semelhantes se repitam no futuro.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RepórterMT

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