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Polícia identifica quarto suspeito morto em confronto em Cáceres

A Polícia Militar confirmou a identidade do quarto integrante de uma facção criminosa morto em confronto com a Força Tática na madrugada desta terça-feira (24) em Cáceres, a 222 km de Cuiabá. Trata-se de Hanã Mota Silva, 23 anos, natural de Araputanga, a 337 km da capital. Ele era o único adulto que ainda não havia sido reconhecido oficialmente.

Segundo o boletim de ocorrência, uma equipe da Força Tática recebeu informação de que quatro homens armados circulavam em um Volkswagen Gol branco pelas ruas do bairro Jardim Celeste. Os militares localizaram o veículo e tentaram realizar a abordagem.

De acordo com a corporação, os suspeitos apontaram as armas na direção dos policiais. Foi dada ordem para que largassem o armamento, mas, ainda conforme a PM, o comando não foi atendido. Na troca de tiros, os quatro ocupantes foram baleados e morreram no local.

Mortos no confronto

Além de Hanã Mota Silva, foram identificados:

A Polícia Militar não divulgou o nome da facção à qual o grupo pertenceria. Todas as armas usadas pelos suspeitos foram apreendidas para perícia.

Ligação com sequestro e execução

Conforme a investigação preliminar, o Gol branco utilizado no confronto é o mesmo que aparece em imagens de segurança relacionadas ao sequestro de Michel Alves da Silva São Bernardo, 18 anos, conhecido como “Chefinho”. O jovem foi raptado e, dois dias depois, executado a tiros no bairro Garcez, também em Cáceres, no domingo (22).

O caso de Michel segue em apuração pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cáceres. A possível participação dos quatro suspeitos mortos na ação é agora uma das principais linhas de investigação.

Procedimentos

Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) do município para exames de necropsia. Em seguida, deverão ser liberados às famílias. As armas e o veículo foram recolhidos e passarão por perícia do Instituto de Criminalística.

O comando regional da Polícia Militar informou que o procedimento operacional será analisado em inquérito interno, rotina em ocorrências com resultado letal. Já a Polícia Civil acompanha o caso para verificar conexões do grupo com outros crimes na região oeste de Mato Grosso.

Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RDNews

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