Bruno Felipe / Da Reportagem
A Polícia Militar de Alta Floresta registrou nesta quinta-feira, dia 24 de setembro, diversas ocorrências contra um homem de aproximadamente 34 anos acusado de tentativa de estupro e invasão de domicílio, tudo teria ocorrido no bairro Boa Nova 3.
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Na primeira ocorrência registrada pela PM, as vítimas relataram que o suspeito chegou em uma escola onde trabalhavam as duas vítimas e no local ele se apresentou como pai de uma suposta aluna, justificou ainda buscar informações sobre a “filha”. Enquanto a funcionária fazia busca de informações em planilhas, o suspeito de posse de um garfo, anunciou assalto e ordenou que a vítima fosse para o canto da sala, nisso ela gritou por socorro, a segunda mulher apareceu e também foi rendida. O suspeito então retirou seu órgão sexual e tentou forçar a vítima a manter relações, ordenando que ela tirasse a roupa e ainda puxou sua cabeça. Durante a ação, o suspeito promovia xingamentos. Diante da resistência das vítimas, que seguraram o seu braço, ele foragiu do local. O segundo caso ocorreu em uma residência. De acordo com a ocorrência, o suspeito adentrou o quintal da residência, sem autorização, durante a noite e pediu um copo de água para a vítima do sexo feminino. Como ela estava sozinha, ficou com receio e falou que não poderia ajuda-lo naquele momento. O suspeito ainda tentou “entregar” um presente a vítima de 30 anos. Ele teria alegado que o presente teria sido enviado por um vizinho, novamente a vítima negou-se a atende-lo, foi então que o homem passou a desferir chutes e socos na porta com a tentativa de arromba-la. A mulher então tentou ligar para vizinhos pedindo socorro, mas não conseguiu contato, posteriormente ligou para a polícia. Com isso, o suspeito foragiu do local. O suspeito só foi detido após o terceiro caso. Era por volta das 19h30 quando a PM foi informada por outra vítima que o suspeito teria invadido sua casa e estaria dormindo em um dos quartos. Uma guarnição da PM foi ao local e deteve o suspeito, que foi encaminhado prontamente à Delegacia Municipal de Polícia Civil para as providências que o caso requer. |