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Jayme não alivia para Pivetta e dispara: “Política ama a traição, mas odeia traidores”

Last Updated on: 26 de outubro de 2024
"Política é aquela velha história: odeia os traidores. Esse é o mal da política. A política ama a traição, mas odeia os traidores" (Jayme Campos)

Senador criticou declarações feitas pelo vice-governador, que manifestou apoio a Abilio Brunini em Cuiabá.

O senador Jayme Campos (União Brasil) não aliviou para o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e manifestou sua insatisfação diante do pronunciamento de apoio a Abilio Brunini (PL), recheado de indiretas para os “perdedores” de Cuiabá e Várzea Grande, que teriam se aliado a Lúdio Cabral (PT). Jayme apoiava Eduardo Botelho (União Brasil) em Cuiabá, e Kalil Baracat (MDB), em Várzea Grande, onde ambos foram derrotados. O senador, porém, reiterou que não vestiu a carapuça.

Jayme destacou, nesta Quinta-feira (24/10), que na política se tolera muitas coisas, exceto a traição, demonstrando total desconforto com Pivetta. Ambos integram o arco de alianças do governador Mauro Mendes (União Brasil), que passa a sofrer desgastes. Após a derrota de Botelho nas urnas, pairou uma desconfiança de que haveria um “traidor” no grupo.

“Política é aquela velha história: odeia os traidores. Esse é o mal da política. A política ama a traição, mas odeia os traidores”, afirmou o senador.

Jayme questionou o empenho do Pivetta na campanha de Botelho, mesmo com o seu partido tendo indicado o médico Marcelo Sandrin para compor como vice na chapa. Aliás, o próprio Botelho, que amargou a 3ª posição, também questionou a fidelidade de Pivetta ao grupo que ele se dizia fazer parte. O governador, no entanto, minimizou a situação, afirmando que não há qualquer prova de traição interna. 

“O que me causa estranheza é que o partido dele tinha lançado candidatura a vice-prefeito, Marcelo Sandrin, na chapa do Botelho. Achei muito estranho, ele poderia não ter participado. Agora, a declaração, com todo respeito, foi muito infeliz”, emendou Jayme.

Por fim, o senador explicou que ficará neutro neste segundo turno na Capital. Entretanto, firmou o compromisso de auxiliar o prefeito que for escolhido pelos cuiabanos para comandar a cidade a partir de Janeiro de 2025.

“Independente do resultado de quem for, terá o apoio do senador Jayme Campos para ajudar a viabilizar recursos para a nossa querida Cuiabá”, afirmou.

FONTE: RDNEWS

 

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