Benedito Osvaldo Pontes, mais conhecido como Cacique, morreu na quinta-feira (23), aos 88 anos, em Cuiabá. A Prefeitura da capital confirmou o falecimento, lamentou a perda e se solidarizou com familiares, amigos e fiéis da Igreja Assembleia de Deus.
Nascido em 5 de agosto de 1937, Cacique é lembrado como um dos primeiros integrantes da Assembleia de Deus na cidade. Ele ganhou respeito pela dedicação às atividades religiosas, pela postura humilde e pela atuação voltada ao apoio espiritual da comunidade cuiabana. Durante décadas, participou de cultos, projetos sociais e campanhas de evangelização que ajudaram a consolidar a presença da denominação na região.
Em nota oficial, o prefeito Abilio Brunini e a primeira-dama Samantha Iris destacaram a “fé inabalável” e o “legado de exemplo e devoção” deixados pelo líder religioso. “Rogamos a Deus que conceda consolo e força diante dessa perda irreparável”, diz o comunicado assinado também pela equipe da administração municipal.
Até o momento, não foram divulgados a causa da morte nem detalhes sobre velório e sepultamento. A família ainda não informou se haverá cerimônia aberta ao público.
Cacique ficou conhecido por reunir fiéis em encontros ao ar livre, levar mensagens de conforto a hospitais e participar ativamente de eventos beneficentes organizados pela igreja. Colegas de ministério reforçam que ele mantinha rotina de visitas a lares carentes e era procurado para aconselhamentos “em qualquer horário”.
A Igreja Assembleia de Deus em Cuiabá planeja homenagens nos próximos cultos, destacando o trabalho de Cacique na formação de novos obreiros e na expansão de congregações nos bairros da capital. Pastores relatam que seu testemunho de vida serviu como inspiração para várias gerações de membros.
O falecimento do veterano acontece em um momento de forte crescimento das igrejas evangélicas no estado. Mesmo com a chegada de novos líderes, autoridades locais reconhecem que figuras como Cacique tiveram papel fundamental no início dessa trajetória, ajudando a estabelecer bases que hoje sustentam projetos sociais e de assistência comunitária.
Enquanto aguardam informações sobre os ritos fúnebres, familiares pedem orações e agradecem as manifestações de apoio recebidas desde o anúncio da morte.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RDNews
