Após ação da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), M.N.A.P., 44 anos, foi transferida de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para o Hospital Regional de Sorriso (397 km de Cuiabá), na tarde da última sexta-feira (23/05). A paciente foi diagnosticada com uma fístula gastrocutânea, abscesso cutâneo e “antraz de localização não especificada”, uma condição infecciosa da pele, geralmente causada por uma bactéria.
Essa condição, conhecida como antraz cutâneo, pode se manifestar como um furúnculo ou abscesso, provocando uma lesão que pode evoluir para uma úlcera. De acordo com o laudo da tomografia computadorizada realizada pela paciente, foi constatada uma diástase do reto abdominal com tamanho de até 13 cm.
Ela estava internada em uma UPA no município desde o dia 19, com abaulamento na região epigástrica, em cicatriz de laparotomia, que pode indicar uma hérnia incisional, um deslocamento de órgão ou tecidos por meio de uma abertura na parede abdominal.
“Minha mãe está estável. Os médicos já fizeram bastante exames nela e amanhã ela vai fazer outro para saber qual a dimensão correta desse buraco, que seria o estômago e está aberto, para definir se vai fazer a cirurgia”, revelou a filha da paciente. Ela explicou que a mãe está sendo alimentada diretamente pela veia, pois ela não consegue ingerir alimentos pela boca por conta desse “buraco no estômago”.
Ainda de acordo com a filha, a mãe passou por uma cirurgia abdominal há dois anos e, devido a complicações, agora sofre com uma fístula no estômago, que expulsa secreções, impedindo a ingestão de alimentos e até mesmo água.
Devido ao risco de piora na infecção local e sangramento da parede abdominal, o Núcleo de Apoio Técnico do Poder Ju…
Essa condição, conhecida como antraz cutâneo, pode se manifestar como um furúnculo ou abscesso, provocando uma lesão que pode evoluir para uma úlcera. De acordo com o laudo da tomografia computadorizada realizada pela paciente, foi constatada uma diástase do reto abdominal com tamanho de até 13 cm.
Ela estava internada em uma UPA no município desde o dia 19, com abaulamento na região epigástrica, em cicatriz de laparotomia, que pode indicar uma hérnia incisional, um deslocamento de órgão ou tecidos por meio de uma abertura na parede abdominal.
“Minha mãe está estável. Os médicos já fizeram bastante exames nela e amanhã ela vai fazer outro para saber qual a dimensão correta desse buraco, que seria o estômago e está aberto, para definir se vai fazer a cirurgia”, revelou a filha da paciente. Ela explicou que a mãe está sendo alimentada diretamente pela veia, pois ela não consegue ingerir alimentos pela boca por conta desse “buraco no estômago”.
Ainda de acordo com a filha, a mãe passou por uma cirurgia abdominal há dois anos e, devido a complicações, agora sofre com uma fístula no estômago, que expulsa secreções, impedindo a ingestão de alimentos e até mesmo água.
Devido ao risco de piora na infecção local e sangramento da parede abdominal, o Núcleo de Apoio Técnico do Poder Ju…