Na última quarta-feira (28/05), a Justiça apontou superfaturamento, anulou o contrato e determinou a devolução de R$ 300 mil aos cofres públicos.
Em nota, a Prefeitura de Gaúcha do Norte informou que a contratação foi feita pela gestão anterior, não tendo qualquer vínculo com a atual administração. Já a empresa Talismã Administradora de Shows e Editora Musical Ltda disse que não vai se manifestar sobre o caso.
Um relatório do setor de inteligência do Ministério Público de Mato Grosso aponta que o artista fez quatro apresentações públicas em cidades do interior do estado, entre 2022 e 2023, com cachê máximo de R$ 550 mil.
– Campo Novo do Parecis (45 mil habitantes) – show custou R$ 485 mil (2023)
– Matupá (20 mil hab) – R$ 550 mil (2023)
– Brasnorte (17 mil hab) – R$ 390 mil (2022)
– Juscimeira (11 mil hab) – R$ 380 mil (2022)
Se comparar com o valor pago nessa apresentação em Juscimeira, o contrato firmado em Gaúcha do Norte foi 97% mais caro. A cidade palco da apresentação tem pouco mais de 8,6 mil moradores e, segundo o MP, a média de preço de shows já contratados na região é de R$ 432 mil.
O G1 também teve acesso a dados dos Tribunais de Contas, a uma ação do Ministério Público de Mato Grosso e dados do Portal Nacional de Contratações Públicas que comprovam os valores pagos em outros contratos firmados por entidades públicas com o artista.
Leonardo realizou três shows entre 202…
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