A orientação está em nota técnica emitida pela agência.

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No Rio de Janeiro, uma mulher grávida desenvolveu um quadro de trombose dias depois de ter tomado a vacina da AstraZeneca. O caso é investigado pelo Ministério da Saúde e Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal. A Saúde investiga sobre o histórico da paciente e se é possível indicar uma relação entre a aplicação da vacina e o efeito adverso. No mês passado, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) publicou um relatório que confirma uma possível relação entre a vacina Vaxzevria, de AstraZeneca e Universidade de Oxford, e o risco de trombose. De acordo com a entidade, “coágulos sanguíneos incomuns juntos com o baixo nível das plaquetas devem ser listados em bula como um possível efeito colateral muito raro do imunizante”. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização – PNI, do Ministério da Saúde. A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a Covid-19 em uso no país.
A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a Coronavac e a vacina da Pfizer. Rio de JaneiroA Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, decidiu suspender a vacinação de gestantes e puérperas na cidade até que “a investigação do caso de evento adverso em gestante seja finalizada pelo Ministério da Saúde e o Programa Nacional de Imunizações se pronuncie”. São PauloDevido a essa orientação da Anvisa, a prefeitura de São Paulo suspendeu preventivamente a aplicação de vacinas contra Covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para gestantes. A suspensão será mantida até que ocorra uma nova orientação por meio do PNI. A vacinação contra a Covid-19 permanece em andamento e ganhou novos públicos elegíveis nesta Terça-feira (11): metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos). Texto atualizado com os dois últimos parágrafos, que tinham sido publicados originalmente como uma matéria à parte. Os textos foram incorporados em uma única matéria por tratarem do mesmo assunto. Posteriormente, às 9h45, foi incluído parágrafo com informações sobre o Rio de Janeiro. *Colaboraram Ludmilla Souza e Vitor Abdala |
FONTE: AGÊNCIA BRASIL / TERRA BRASIL ___________________________________________ [wpdevart_like_box profile_id=”1959921194250357″ connections=”show” width=”800″ height=”200″ header=”small” cover_photo=”show” locale=”pt_BR”]
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