A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), finalizou o inquérito que apurava as circunstâncias da morte da advogada Viviane Fidélis, de 30 anos. O procedimento, concluído no início de maio, determinou que a advogada cometeu suicídio. Os autos da investigação foram encaminhados ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em 4 de maio, que agora fará a análise final do caso e decidirá sobre o eventual arquivamento.
Viviane de Souza Fidélis foi encontrada sem vida na noite de 17 de setembro do ano passado, dentro de seu apartamento localizado no Residencial Acácia, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. O corpo estava no banheiro do imóvel, com um cinto amarrado ao pescoço e preso a um acessório do local, conforme os registros iniciais.
Investigação da morte de advogada em Cuiabá: diligências e perícias
Durante o curso da investigação, a Polícia Civil informou que foram realizadas diversas diligências para esclarecer os fatos. A equipe da DHPP ouviu testemunhas, conduziu perícias detalhadas no local onde o corpo foi encontrado e efetuou levantamentos complementares. Além disso, foi feita uma análise minuciosa do celular da vítima, buscando qualquer elemento que pudesse indicar a causa da morte.
A corporação enfatizou que, ao longo de toda a apuração, “não se apurou qualquer dado que comprove que a morte da vítima ocorreu por ação de terceiro”. Essa conclusão reforça a hipótese de que não houve envolvimento de outra pessoa no falecimento da advogada, consolidando o entendimento de suicídio.
Questionamentos da família e a mudança no registro do caso
Inicialmente, o caso foi tratado pelas autoridades como suicídio. No entanto, dias após a descoberta do corpo, a família da advogada Viviane Fidélis apresentou questionamentos sobre as circunstâncias da morte. Diante dessas indagações, a DHPP instaurou um inquérito formal, e o procedimento passou a ser registrado como “morte a esclarecer”, indicando a necessidade de uma investigação mais aprofundada para determinar a causa.
A morte da advogada gerou grande repercussão, especialmente nas redes sociais, mobilizando amigos e familiares. Eles contestaram publicamente a hipótese de que Viviane teria atentado contra a própria vida. Uma página foi criada na internet para acompanhar o andamento das investigações, levantando dúvidas sobre a preservação da cena, os laudos periciais e a condução geral do caso pelas autoridades.
Segunda necropsia e a manutenção da conclusão policial
Em resposta às contestações e à solicitação do Ministério Público, uma nova necropsia foi realizada no corpo da advogada. O segundo exame, conduzido pelo Instituto Médico Legal (IML), foi considerado inconclusivo, classificando o caso como “morte violenta a esclarecer”. Este resultado não forneceu uma resposta definitiva sobre a causa da morte, deixando margem para interpretações.
Apesar da inconclusividade da segunda necropsia, a Polícia Civil manteve seu entendimento final, apresentado no inquérito concluído neste mês de maio. A corporação reiterou que, com base em todas as evidências e diligências realizadas, a conclusão permanece sendo a de que Viviane Fidélis tirou a própria vida.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de RepórterMT
- Plano Magnitsky contra Moraes depende de aval de Trump, afirmam aliados de Flávio Bolsonaro - 31 de maio de 2026
- Polícia Civil conclui inquérito da morte de advogada Viviane Fidélis em Cuiabá como suicídio - 31 de maio de 2026
- Acelino Popó Freitas vence Whindersson Nunes por decisão unânime no FMS 8 - 31 de maio de 2026
↓ OUÇA AO VIVO - RÁDIO ADRENALINA ↓
↓ BAIXE GRÁTIS O APP NESTE BANNER ↓
Entre no grupo MatoGrossoAoVivo do WhatsApp e receba notícias em tempo real - (CLIQUE AQUI) -















Assine o Canal










Adicionar comentário