O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão definitiva de sete indivíduos envolvidos na trama golpista que buscou desestabilizar instituições democráticas no Brasil. Entre os condenados, destacam-se seis militares e um agente da Polícia Federal, todos sentenciados por suas participações nos eventos que ocorreram durante o período do governo de Jair Bolsonaro. A decisão finaliza um longo processo judicial, marcando a execução das penas impostas aos réus.
Os sentenciados faziam parte de um grupo identificado como o Núcleo 3 das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado. As acusações contra eles incluíam o planejamento de ações táticas de alta gravidade, como o sequestro e o assassinato de figuras públicas proeminentes. Os alvos designados eram o próprio ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com os planos sendo articulados em 2022. A trama revelou a intenção de subverter a ordem constitucional por meio de atos de violência extrema contra representantes dos Poderes da União.
A ordem de prisão foi emitida após o esgotamento de todas as etapas processuais e a impossibilidade de apresentação de novos recursos. No mês passado, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal negou de forma unânime os últimos apelos interpostos pelos advogados de defesa dos réus, confirmando as condenações. Nesta semana, com a publicação oficial do acórdão do julgamento, o ministro Alexandre de Moraes ratificou a execução imediata das sentenças proferidas. Este passo representa a fase final do processo legal para os envolvidos.
Detalhes das Sentenças dos Réus
As penas impostas aos sete indivíduos foram as seguintes, de acordo com o veredito final do Supremo Tribunal Federal:
O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima foi condenado à pena mais alta, de 24 anos de prisão.
Os tenentes-coronéis Rafael Martins de Oliveira e Rodrigo Bezerra de Azevedo receberam sentenças de 21 anos de prisão cada.
Da mesma forma, o policial federal Wladimir Matos Soares também foi sentenciado a 21 anos de reclusão.
O tenente-coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros e o coronel Bernardo Romão Correa Netto foram condenados a 17 anos de prisão cada um.
Por fim, o coronel Fabrício Moreira de Bastos teve sua pena estabelecida em 16 anos de prisão.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Agência Brasil
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