A Oi admitiu que seus serviços de telefonia fixa têm apresentado resultados deficitários, mas ressaltou que essas questões estão sendo tratadas no âmbito do processo de recuperação judicial.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou um processo de investigação sobre o descumprimento de obrigações da operadora Oi com seus clientes, o que pode levar ao término da concessão de telefonia fixa da empresa.
Em resposta às acusações de não cumprir seus compromissos, a empresa emitiu um comunicado defendendo-se e alegando que tem obtido altos índices de satisfação em pesquisas realizadas com consumidores. Além disso, a Oi afirmou que o pedido de recuperação judicial, feito em março, foi justamente para garantir a continuidade de suas operações.
A empresa afirmou: “Ao contrário do questionamento sobre os impactos nos serviços aos clientes, a Oi tem sido reconhecida em pesquisas recentes realizadas pela própria Anatel como a provedora nacional de banda larga com os melhores índices de satisfação dos clientes. Estamos em busca da modernização de nossos serviços e modelo de negócios.”
Em 2022, a Oi vendeu seus serviços de dados móveis e tem concentrado suas operações em serviços de banda larga e telefonia fixa.
A Oi também está conduzindo um processo de arbitragem em relação à concessão de telefonia fixa, que é conhecida por ser deficitária. A empresa alega que apresentou diversos pleitos relacionados à insustentabilidade e ao desequilíbrio econômico-financeiro da concessão, os quais precisam ser abordados.
Em março, a Oi entrou com um pedido de recuperação judicial na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, o qual foi aceito em 16 de maio.
A empresa afirmou em comunicado aos acionistas que, apesar de estar fortalecendo sua estrutura de capital e otimizando sua liquidez e endividamento, diversos fatores levaram à decisão de recorrer a essa medida, que foi considerada a mais adequada para a empresa e suas subsidiárias.
Essa nova solicitação de recuperação judicial ocorreu cerca de três meses após o encerramento da primeira recuperação judicial da Oi, anunciado em dezembro de 2022. As negociações com os credores duraram seis meses.
A Oi foi criada em 1998, após o processo de privatização do sistema Telebrás, e inicialmente começou a operar em 64% do território nacional. Em 2008, a empresa lançou o serviço de telefonia móvel no estado de São Paulo e, em 2009, adquiriu a BrT, assumindo o controle em 2010 e expandindo sua atuação para todo o país.
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