Entre os convênios mantidos pela empresa do médico estão serviços prestados ao hospital regional de Alta Floresta.
O médico e empresário Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, que assassinou a tiros dois outros médicos na noite da última sexta-feira (16/1), no bairro Alphaville Plus, em Barueri (SP), possui contratos que ultrapassam R$ 8 milhões com a Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Carlos Alberto, que foi preso em flagrante, é diretor-presidente da empresa Cirmed Serviços Médicos, que presta assistência e atendimento médico.
Promotoria apresentou denúncia contra Carlos Alberto Azevedo Filho, de 44 anos, que foi preso acusado de matar os também médicos Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos.
A denúncia foi apresentada pelo promotor de Justiça Vitor Petri, que aponta que os homicídios foram cometidos com as qualificadoras de motivo fútil, perigo comum, uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e emprego de arma de fogo de uso restrito. A Promotoria também requereu à Justiça a manutenção da prisão preventiva do acusado.
Segundo a denúncia, na noite do crime, Carlos Alberto Azevedo Filho, de 44 anos, estava em um restaurante da região quando encontrou Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, com quem já havia mantido relação de trabalho. Ele afirmou em depoimento que não conhecia a outra vítima, Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos.
Após uma discussão relacionada a contratos de licitação, Carlos agrediu fisicamente uma das vítimas e precisou ser contido por funcionários do estabelecimento. A outra vítima tentou intervir para defender o colega.
A Guarda Civil Municipal de São Paulo foi acionada e tentou conter a situação. No entanto, já do lado de fora do restaurante, em uma rua de intenso movimento, o médico sacou uma pistola calibre 9 milímetros e efetuou diversos disparos contra os dois colegas, que não resistiram aos ferimentos.
VÍDEO DO DIA DO CRIME:
A investigação
A investigação da Polícia Civil apurou que o médico Carlos Alberto Azevedo Filho, de 44 anos, levou a pistola usada no crime em uma bolsa até o restaurante e já chegou ao local armado. No momento do ataque, ele foi até onde a bolsa estava, pegou a arma e efetuou os disparos.
A Cirmed tem atuação em hospitais públicos de diversos estados. Em Mato Grosso, presta serviços nos hospitais regionais de Sorriso, Rondonópolis, Alta Floresta, Sinop e Colíder, além do CIAPS Adauto Botelho.
O contrato de maior valor entre o Estado e a empresa refere-se ao Hospital Regional de Rondonópolis, no montante de R$ 4 milhões, firmado em março do ano passado.
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