As investigações identificaram a atuação de um grupo econômico familiar que teria manipulado processos licitatórios em benefício próprio, gerando prejuízos milionários aos cofres públicos.
De acordo com o delegado Pablo Borges Rigo, que está à frente das investigações, o grupo utilizava empresas de fachada para simular concorrência em licitações públicas na área de produções de eventos.
Documentos falsificados, orçamentos fictícios e alinhamento entre as empresas participantes eram os principais métodos empregados. A fraude permitia que contratos fossem direcionados para companhias ligadas ao esquema, com valores superfaturados e condições predeterminadas.
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Nesta fase da operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais e comerciais associados a um dos investigados. As autoridades apreenderam documentos, dispositivos eletrônicos e registros financeiros que corroboram os indícios de irregularidades. Uma Toyota SW4 Hillux também foi apreendida.
O material sugere que o grupo agia de forma coordenada e que as práticas ilícitas permaneciam em operação, mesmo após o encerramento formal de algumas das empresas envolvidas.
O esquema, que estaria ativo há, pelo menos, três anos, movimentou milhões de reais. Nesta fase da operação também foram sequestrados valores em contas que ultrapassam R$ 21 milhões. Entre os crimes investigados estão associação…
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