No vídeo, o homem que fez a gravação relata que a casa estava cheia de rastros de sangue, indicando que o corpo da vítima foi arrastado para lugares diferentes.
Já uma familiar contou, em entrevista, que ao entrar na casa, encontrou Gabrieli com as pernas trançadas e mão no rosto. Para ela, a quantidade de sangue encontrada na casa é inconciliável com o fato de que ela tenha sido somente baleada.
Ela termina dizendo que chegou a ver marcas de facadas no corpo da vítima. Porém, uma vizinha contou que não ouviu gritos vindos da casa, somente o barulho dos tiros.
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Em entrevista para o programa Cadeia Neles, o advogado Rodrigo Pouso, que representa o policial militar, revelou que em uma conversa com o suspeito, ele negou que tenha torturado a mulher antes dos tiros. Porém, ele não informou a motivação do crime.
Família acusa tortura
Em um áudio, a mãe de Gabrieli, Noemi Daniel, relata o sofrimento pelo qual passou a filha. A mãe fala também da dor e da revolta da família de Gabrieli. “Minha filha chegou [aqui] deformada e [ele] ainda cortou o cabelo da minha filha.” “Eu não reconheci minha filha”, disse em áudio.
Elaine Cristina, prima da vítima, contou que, quando viram o corpo da mulher, notaram hematomas em seu corpo, que teriam sido causados pelo PM.
Segundo ela, as costas tinham marcas de faca e cortes nos braços. Além disso, tinha hematomas pelo cor…
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