O Partido Social Democrático (PSD) confirmou a escolha do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como seu pré-candidato à Presidência da República nas próximas eleições. O anúncio oficial está agendado para esta segunda-feira, dia 30, em um evento na sede nacional da legenda, localizada em São Paulo, que incluirá uma entrevista coletiva à imprensa.
A decisão de indicar Caiado foi tomada pelo conselho de escolha do partido na segunda-feira anterior, dia 23, após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior, da disputa interna pela vaga. A afiliação de Ronaldo Caiado ao PSD havia sido formalizada em 14 de março de 2026, consolidando sua pré-candidatura ao Planalto. Com vasta experiência política, tendo sido deputado, senador e governador reeleito de Goiás, Caiado deve adotar uma postura incisiva na área de segurança pública em sua campanha.
Movimentações Internas e Apoio Partidário
A mudança de partido de Caiado para o PSD ocorreu devido à resistência do Progressistas (PP) — legenda da qual ele fazia parte e que formou uma federação com o União Brasil — em apoiar seu nome para a corrida presidencial. A saída de Ratinho Junior da disputa interna fortaleceu a posição de Caiado, que angariou o apoio da maioria da cúpula nacional do partido para representar a sigla.
Antes da definição, Caiado disputava a indicação com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Ambos apresentavam um empate técnico nas pesquisas de intenções de voto. Contudo, Caiado registrou uma leve vantagem sobre Leite na pesquisa Quaest divulgada em 11 de março de 2026, marcando 4% contra 3%, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
Apesar do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ter demonstrado preferência por Eduardo Leite, o governador goiano conseguiu reunir maior apoio entre os membros do conselho partidário, assegurando a nomeação.
Cenário da Desistência de Ratinho Junior
A decisão de Ratinho Junior de se retirar da corrida presidencial foi influenciada por múltiplos fatores. Um dos principais foi o receio de não conseguir viabilizar um sucessor competitivo no Paraná, o que poderia abrir caminho para a ascensão do ex-juiz Sergio Moro, que lidera as pesquisas estaduais. Além disso, o apoio declarado de Flávio Bolsonaro ao ex-juiz da Lava Jato contribuiu para enfraquecer as chances de Ratinho Junior de emplacar um aliado para a sucessão no estado. A falta de nomes fortes para disputar as vagas ao Senado no Paraná também pesou em sua decisão de não concorrer ao Planalto.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de MatoGrossoAoVivo
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