A Polícia Civil de Alta Floresta segue investigando o caso Caíque da Silva Noronha.

O jovem de 19 anos foi assassinado, mas o corpo só foi encontrado depois de 13 dias após o desaparecimento da vítima. Já em adiantado estado de decomposição, o cadáver foi achado de bruços, mãos amarradas, calças arriadas e marcas de tiros.
Delegado Thiago Marques, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso – PJC/MT, disse que o caminho agora é tentar achar uma mulher qual a vítima saiu dizendo que iria encontra-la. “Pedimos para que a população, quem tiver alguma informação, pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo telefone 66 3521 2909 ou whatsapp 66 9981-8232. Os nomes serão mantidos em sigilo, mas queremos saber quem é essa testemunha para poder seguir com essa investigação e chegar à autoria”, comentou a autoridade policial.
Caíque, assim como outros jovens em Alta Floresta, pode ter sido alvo do chamado ‘tribunal do crime’, sentenciado à morte por uma facção.
Ele era do estado do Paraná, cidade de Assaí, onde familiares disseram que Caíque teria feito algo errado e se mudou na tentativa de acertar a vida, mas cerca de 15 depois de chegar ao município de Alta Floresta no extremo norte de Mato Grosso, ele saiu de casa na moto de sua tia, foi capturado e executado.

A motocicleta foi encontrada antes, cerca de dias depois, queimada. E a partir daquele momento a polícia passou a receber informações de que a vítima tinha sido morta. O corpo foi encontrado na última sexta-feira.
FONTE: ARÃO LEITE / JORNAL DA CIDADE
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