Brasil – A chamada Geração 60+ virou referência no uso de tecnologia em 2026 e desmontou o mito da exclusão digital entre idosos. Segundo projeções do setor privado, mais de 32 milhões de brasileiros acima de 60 anos dominam pagamentos por Pix, impulsionam as vendas on-line e participam de consultas médicas virtuais, movimentando toda a cadeia de serviços digitais.
A popularização da rede 5G, combinada à Inteligência Artificial (IA), criou um ambiente em que a tecnologia se adapta ao usuário e não o contrário. Interfaces por voz, biometria facial ou por impressão digital e fontes ajustáveis tornaram tablets e smartphones mais amigáveis para esse público.
Hardware pensado para eles
Fabricantes abandonaram modelos simplificados e passaram a ofertar dispositivos completos, mas ergonômicos. Aparelhos com telas de 6,7 polegadas e baterias de 5.000 mAh, casos das linhas Galaxy A e Moto G, figuram entre os preferidos. Recursos como alto contraste e autenticação biométrica reduziram o receio de bloqueio de contas e eliminações de senhas complexas.
Voz como principal comando
A digitação perdeu espaço para assistentes virtuais baseados em IA generativa. Basta um comando informal – “está muito escuro aqui” – para acionar luzes, dispensando menus e frases rígidas. Aplicativos criados especificamente para a terceira idade, como o Nanachat, utilizam esses diálogos para lembrar medicações, agendar consultas e até acompanhar indícios de declínio cognitivo.
Pix assume o lugar do dinheiro vivo
No setor financeiro, a adesão ao Pix é massiva. Levantamento de 2025 já mostrava 72% dos idosos utilizando a ferramenta regularmente, atraídos pela simplicidade do QR Code e do “copiar e colar”. Bancos digitais responderam com telas limpas e letras grandes, forçando instituições tradicionais a rever suas plataformas.
O avanço também elevou o risco de fraudes. Para conter golpes de engenharia social, sistemas de “guarda-costas digitais” monitoram hábitos de cada correntista e bloqueiam transações fora do padrão até que o titular confirme a operação.
Telemedicina dentro de casa
Consultas virtuais deixaram de ser apenas videoconferências. Dispositivos vestíveis enviam em tempo real pressão arterial e nível de oxigênio ao médico, viabilizando o conceito de aging in place. Sensores instalados em residências detectam quedas ou períodos anormais de inatividade, disparando alertas para familiares e profissionais de saúde.
Influência acima dos 70
Nas redes sociais, os chamados “grandfluencers” reúnem milhões de seguidores com conteúdo que vai de culinária a sexualidade. Marcas de diversos setores já preferem a autenticidade desse público para campanhas, ampliando o poder de consumo da faixa etária.
O resultado desse conjunto de inovações é um Brasil em que a longevidade passou de desafio previdenciário a motor econômico. A população prateada abraçou a tecnologia e exige produtos e serviços ajustados às suas necessidades, estabelecendo um novo padrão de mercado.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de CONEXÃO MT
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