O Governo Federal anunciou a liberação de recursos financeiros e a abertura de linhas de crédito para auxiliar as famílias e empresas de Minas Gerais impactadas pelas intensas chuvas recentes. Duas medidas provisórias foram publicadas com o objetivo de oferecer suporte emergencial e de recuperação para as áreas afetadas no estado.
Auxílio Direto às Famílias Afetadas
Uma das iniciativas é a Medida Provisória nº 1.338/2026, que estabelece um auxílio direto de R$ 7,3 mil, a ser pago em parcela única. Este valor é prioritariamente direcionado às mulheres responsáveis pelos lares. Conforme detalhou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante sua visita a Juiz de Fora e Ubá na última segunda-feira, dia 9, o benefício é destinado a famílias que sofreram perdas parciais ou totais de seus bens. Para ter acesso, é fundamental que essas famílias estejam previamente cadastradas pelas prefeituras locais e residam em municípios que tiveram o estado de calamidade pública reconhecido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Linhas de Crédito para Empresas Mineiras
A segunda medida, a Medida Provisória nº 1.337/2026, visa apoiar o setor produtivo de Minas Gerais. Ela institui uma linha de crédito especial, com um montante de até R$ 500 milhões, focada principalmente em micro e pequenas empresas afetadas pelas chuvas. Os recursos disponibilizados podem ser empregados em diversas finalidades essenciais para a retomada econômica, incluindo a reconstrução de estruturas, a aquisição de novas máquinas e equipamentos e a injeção de capital de giro. O financiamento será ofertado por meio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, e pode ser acessado tanto por pessoas físicas quanto jurídicas. Há um prazo de até 120 dias, a partir da data de publicação da MP, para que os interessados possam contratar esses financiamentos, conforme informações divulgadas pela pasta responsável.
Contexto das Fortes Chuvas em Minas Gerais
As chuvas torrenciais que assolaram a Zona da Mata Mineira no final de fevereiro provocaram uma série de tragédias. O saldo foi de 72 mortes, resultado de múltiplos deslizamentos de terra, desabamentos de edifícios e transbordamentos de rios. Juiz de Fora foi o município mais impactado, registrando 65 óbitos, enquanto Ubá contabilizou sete vítimas fatais. Além das perdas de vida, milhares de moradores ficaram desalojados ou desabrigados, exigindo uma resposta rápida e coordenada das autoridades para mitigar os efeitos do desastre.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Google Notícias
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