A Comissão de Constituição e Justiça aprovou urgência para o projeto que classifica como homicídio o aborto realizado em fetos com mais de 22 semanas.
É exatamente isso. Está de acordo com a proibição que o Conselho Federal de Medicina enviou aos médicos, pois depois de 22 semanas o bebê já está formado, já pode sobreviver se houver um parto prematuro. A essa altura, já é assassinato mesmo, inclusive no caso de gravidez que resulta de estupro. Fazem o aborto com uma injeção de cloreto de potássio no coração, bem dolorida.
Não faz sentido a pessoa esperar cinco meses depois do estupro para se desfazer da criança. O aborto também não tem punição em caso de anencefalia do feto e de risco de vida da mãe, mas obviamente, em cinco meses de gravidez, já vieram os sintomas e foi tudo resolvido.
O projeto pode ser votado a qualquer momento e contraria uma decisão de Alexandre de Moraes, que suspendeu a resolução do CFM, intrometendo-se nas relações internas entre o conselho profissional e os médicos. Agora a decisão é do Congresso, como também será em relação ao transporte, porte e guarda de qualquer quantidade de droga, que será crime se aprovarem a PEC das Drogas.
FONTE: Alexandre Garcia – GAZETA DO POVO
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