Se as punições não forem efetivas para o agressor, as leis, campanhas, reuniões, seminários, enfim, ficam limitados se a pessoa que cometeu o crime sai pela porta da frente da delegacia. Recentemente, inclusive, acompanhamos o caso do rapaz que esfaqueou a namorada. Ao se entregar, 24 horas depois do crime, ele saiu pela porta da frente e as investigações ficaram para depois.
Inclusive a lei do assédio segue no mesmo rumo e o “não é não” acaba por não coibir más atitudes. Não há punição, a mulher registra um boletim de ocorrência e fica por isso mesmo, abre-se uma investigação e é isso! Tal como os estabelecimentos que acionam a polícia em caso de assédio, o agressor é encaminhado para a delegacia e depois é solto pela porta da frente.
E no meio dessa pouca resolução, milhares de mulheres morrem! Pensando em ajudar no que não está sendo efetivo, resolvemos mexer o corpo e espero que outras pessoas também o façam. A inspiração para esse movimento vem de um vídeo de mulheres Filipinas que se uniram para se protegerem.
Tudo começou com uma mulher que resolveu fazer diferente e chamar outras. Agora elas são unidas e intimidam os homens que praticam violência contra as mulheres. Elas não usam a força, mas sim a união e a pura pressão psicológica. Quando uma mulher é ameaçada, todas são, e é preciso fazer algo para sanar isso.
Foi assist…
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