Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo que votou “com dor no coração” pela prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o magistrado, a decisão foi difícil, mas necessária dentro do entendimento jurídico adotado à época.
Em outro tema ligado ao Judiciário, Barroso, ainda na condição de presidente do STF, encaminhou ao Congresso Nacional um projeto que prevê reajuste salarial anual de 8% para o Judiciário até 2028. A proposta agora aguarda análise dos parlamentares.
O cenário político também segue em debate. Caso seja eleito novamente em 2026, Lula poderá indicar mais três ministros ao STF, passando a ter maioria de nomeações na Corte. O dado foi levantado pelo Agora Notícias Brasil com base no calendário de aposentadorias obrigatórias.
No Senado Federal, um parecer enviado ao Supremo defende a constitucionalidade de processos de impeachment contra ministros da própria Corte. O documento sustenta que medidas como afastamento temporário e redução salarial seriam transitórias e não feririam garantias da magistratura.
Os debates sobre as estatais também ganharam espaço. O portal destacou “sinais preocupantes” acerca da saúde financeira dessas empresas, apontando que gestões petistas teriam colaborado para um processo de dilapidação de patrimônio público. Os detalhes do levantamento não foram divulgados.
Na esfera econômica, a reportagem observa que as companhias controladas pelo governo enfrentam desafios operacionais e questionamentos sobre governança. Embora não haja números específicos, a matéria destaca que o assunto voltou ao centro das discussões em Brasília.
Já no campo partidário, Ciro Gomes criticou o que chamou de “mídia chapa-branca”, acusando grandes veículos de tentar intrigar o centro e a direita para favorecer Lula nas eleições de 2026. A declaração foi divulgada em entrevistas do ex-candidato à Presidência.
Na Justiça, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a saída temporária de um réu preso pelos atos de 8 de janeiro para comparecer ao enterro da mãe. A decisão veio após pedido inicial negado que pretendia permitir a presença do detento nos momentos finais de vida da familiar, diagnosticada com câncer terminal.
O noticiário mencionou ainda denúncia de um ex-assessor de Moraes sobre a advogada Viviane Barci, acusada de abrir novo CNPJ para tentar contornar sanções dos Estados Unidos. A reportagem afirma que a estratégia não retira o escritório Barci de Moraes da lista de restrições, pois a legislação norte-americana impõe penalidades automáticas a entidades relacionadas aos alvos já punidos.
Na Câmara dos Deputados, a deputada Carol de Toni (PL-SC) informou que está internada na reta final de sua segunda gestação. Sem dar detalhes sobre o estado de saúde, a parlamentar disse que segue sendo acompanhada pela equipe médica.
Os assuntos reunidos mostram a movimentação intensa entre Judiciário, Legislativo e atores políticos, com destaque para decisões judiciais, propostas de reajuste, críticas à mídia e questões de governança em estatais.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Agora Notícias Brasil
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