Bruno Felipe / Com informações G1
De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), a taxa de doadores brasileiros efetivos caiu 6,5% em comparação com o primeiro semestre do ano passado.

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Os números vinham crescendo gradativamente nos últimos anos. Em 2019, atingiu o índice de 18,1 pmp (por milhão de população) e, no primeiro trimestre de 2020, ainda sem a Covid-19, a taxa chegou a 18,4 pmp – próxima da projetada para este ano. Segundo o levantamento, esse número agora é de 15,8 pmp. A ABTO também fez um comparativo entre os dois trimestres de 2020 e a queda foi ainda maior: 26,1%. Três regiões tiveram diminuição nas taxas de doadores efetivos: Norte (47,4%), Nordeste (37%) e Centro-Oeste (12,6%). Houve aumento nas regiões Sul (5%) e Sudeste (3,1%). De acordo com o Ministério da Saúde, para ser um doador, basta conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que eles, seus familiares, devem autorizar a doação de órgãos. No Brasil, a doação de órgãos só será feita após a autorização familiar. O Brasil realiza vários tipos de transplantes, como coração, fígado, pâncreas, rim, pulmão, córnea e medula óssea. Em junho deste ano, 40.740 pacientes estavam na lista de espera da doação. A maior espera é para o transplante renal. São mais de 26 mil pessoas aguardando um rim. Em seguida, a córnea, com mais de 12 mil pacientes na fila. |
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