O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar na manhã desta sexta-feira (27) e seguiu para sua residência em Brasília. Ele passará a cumprir prisão domiciliar temporária, uma medida autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após cerca de duas semanas de internação para tratamento de pneumonia.
O ex-mandatário estava hospitalizado no Hospital DF Star desde o dia 13 de março. Sua internação ocorreu depois de ele apresentar mal-estar enquanto cumpria pena no 9º Batalhão da Polícia Militar, parte do Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como ‘Papudinha’. Na ocasião, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o encaminhou à unidade de saúde, onde foram diagnosticados sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.
Antes de sua hospitalização, Jair Bolsonaro estava cumprindo uma condenação de 27 anos e 3 meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado.
O boletim médico que confirmou a alta foi assinado por profissionais do Hospital DF Star. A equipe incluiu o cirurgião-geral Cláudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral do hospital privado, Allisson Barcelos Borges.
Prisão Domiciliar
A determinação judicial estabelece que Bolsonaro cumprirá a prisão domiciliar em sua residência, localizada em um condomínio no Lago Sul, área nobre da capital federal. Durante este período, ele será monitorado novamente por uma tornozeleira eletrônica. Vale lembrar que, em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente chegou a ser detido após tentar violar este equipamento.
Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ficarão encarregados da segurança no entorno da residência, com o objetivo de prevenir qualquer tentativa de fuga. A prisão domiciliar tem um prazo inicial fixado em 90 dias. Após esse período, a manutenção do benefício será reavaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, que poderá solicitar uma nova perícia médica para verificar as condições de saúde do ex-presidente e decidir sobre a continuidade da medida.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de MatoGrossoAoVivo
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