Fábio Luís Lula da Silva, amplamente conhecido como Lulinha, movimentou uma quantia expressiva de R$ 19,3 milhões em uma única conta bancária de pessoa física ao longo de um período de quatro anos, compreendido entre 2022 e 2025. Esses dados foram revelados por uma quebra de sigilo bancário do filho do atual presidente da República, obtida e divulgada com exclusividade por uma coluna jornalística.
A conta bancária em questão está vinculada à pessoa física de Lulinha e é mantida em uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil, localizada na cidade de São Paulo, capital paulista. Investigadores que acompanham o caso afirmam que as informações já levantadas representam apenas uma parcela do complexo quebra-cabeça financeiro envolvendo o empresário. A expectativa é que uma análise mais aprofundada de outras contas bancárias, tanto as de sua titularidade pessoal quanto as de suas empresas, possa trazer à tona o panorama financeiro completo.
Do total de R$ 19,3 milhões transacionados nesta conta específica, aproximadamente a metade, ou seja, R$ 9,66 milhões, correspondeu a créditos recebidos. O restante do valor foi empregado em pagamentos e transferências para outras contas. As características predominantes dessa movimentação financeira sugerem tratar-se de uma conta com perfil de investimentos, visto que a maior parte dos recursos que entram provém de empresas de Lulinha, de rendimentos de aplicações financeiras e de transferências realizadas por terceiros.
O ápice das transações nesta conta foi registrado no ano de 2024, que marcou o segundo ano do mandato do pai de Lulinha na presidência, com um montante de R$ 7,2 milhões movimentados. Em 2025, houve uma redução para R$ 3,3 milhões. Já nos primeiros trinta dias de 2026, até o dia 30 de janeiro, a conta registrou uma movimentação de R$ 205.455,96. As principais fontes de pagamentos que ingressaram na conta de Lulinha, durante o período de quebra de sigilo, incluem suas próprias empresas: a LLF Tech Participações, responsável por injetar R$ 2,37 milhões, e a G4 Entretenimento e Tecnologia, que contribuiu com R$ 772 mil. Além desses valores, uma parcela significativa dos créditos foi gerada por rendimentos de aplicações financeiras pertencentes ao próprio empresário.
Lulinha está atualmente sob investigação devido à suspeita de manter uma sociedade com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como Careca do INSS. Antônio Carlos Camilo Antunes é um dos nomes centrais e principais alvos da denominada “Farra do INSS”, um escândalo que apura a ocorrência de descontos considerados ilegais em aposentadorias.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de Google News
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