A Polícia Federal (PF) deu início, nesta quarta-feira, 1º de maio, à segunda etapa da Operação Exfil, uma ação de grande envergadura que visa investigar e desarticular uma rede responsável pelo acesso indevido e pela posterior comercialização de informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares diretos. O objetivo central da força-tarefa é coibir a violação de dados sigilosos de autoridades máximas do Poder Judiciário.
Durante esta fase da operação, as equipes da PF atuaram de forma coordenada para cumprir as determinações judiciais. Foi efetuado um mandado de prisão e seis mandados de busca e apreensão. Estas medidas foram executadas em diferentes localidades, com ações concentradas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, conforme os detalhes divulgados pela corporação.
Todas as ações deflagradas nesta quarta-feira foram previamente autorizadas e determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que atua como relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal. Os indivíduos que figuram como alvos desta operação são acusados de ter acessado ilegalmente os sistemas informatizados da Receita Federal do Brasil, obtendo, de maneira ilícita, dados privados e sigilosos de ministros, para então vendê-los no mercado clandestino de informações.
Fases Anteriores da Investigação
A Operação Exfil não é recente; sua fase inicial foi desencadeada em fevereiro do corrente ano. Naquela ocasião, as investigações da Polícia Federal concentraram-se em identificar e apurar a conduta de servidores públicos que possuíam lotação na própria Receita Federal e de auditores vinculados ao órgão, que poderiam estar envolvidos no esquema de vazamento de dados sigilosos.
Como resultado da primeira fase e por determinação expressa do ministro Alexandre de Moraes, os funcionários públicos que foram objeto de investigação estão submetidos a um conjunto de medidas cautelares rigorosas, visando garantir a lisura do processo e evitar novas violações. Entre as restrições impostas, figuram o monitoramento eletrônico, através do uso de tornozeleiras; o afastamento imediato e compulsório do exercício de suas funções públicas; o cancelamento de seus passaportes; e a proibição expressa de se ausentarem do território nacional enquanto as investigações prosseguem.
Da Redação do MatoGrossoAoVivo | Com informações de MatoGrossoAoVivo
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